sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Mais um que do mesmo parte.

Mais um dia em África.
CONtinunA tão distante.
MarmEladeiRaDA não vejo assim tão próxima
Existindo terá
a
Magia de um presente de natal.

Será que aqui ele é Preto?
De facto poderia adquirir
tal soberbo bronze
Daqueles que dá inveja a uma tia viciada em merdas que incluem solário.
Da sua proximidade ao Sol pois
As renas gostam do ar fresquinho e pouco concentrado
Em moléculas
Com 2 e não 3 átomos
de oxigénio.

Será que ele ma traz ou será que me leva!
Quem pedirá mais do seu hemisfério deste mundo
Para que parte o equador mais se inclina
para?!

Tenho de escrever uma carta.
Tenho.

Tenho que ir daqui a nada.
Tenho.

O motorista foi chamado e
em unidades de tempo que não posso estimar
Ele há-de chegar.
Há-de.

Vou entrar no carro,
Abrir a gaveta
Esperar até ouvir POP.

Vou olhar para a estrada acompanhado pelo que me percorre
só com o esforço do ar que raro fica.
Vou.

Passear por entre muralhas que sustêm um passado recente.
E(´) só pode ser bom.
Cores compõem tudo
nunca antes as vi

Parecem-me naturais...parecem-me naturais.

COMO?

Sim se quiseres mas o amarelo não sabe muito bem se estiver ao lado de um verde.
Quer dizer
Há quem goste
mas esses fumam o que a terra lhes dá.
e só de forma gratuita
MERDA.
Merda e das grandes.

O que ela dá de volta é que interessa
o que o amor cultivou
o que o homem tratou
O que o tempo concedeu.

Atira neste instante o nosso herói o seu cigarrito pela janela.
e interpretem como quiserem este atirar provavelmente subjectivo.

Perdido o sentido.
Acaba o poema.