quarta-feira, 26 de novembro de 2008

vinte seis de um onze de um tal de dois com dois zeros e um oito

I

Pesa-me muito a cabeça
Sinto o meu corpo distante
No que será que ele pensa?
Vícios ditam a sentença
Tempo que houve e o restante.

Vida é casa que conheço
Movo-me sem qualquer luz
Vou em frente, subo e desço,
Só com surpresa tropeço
Ter um só sentido é cruz.

Somo uns instantes a uns
Tudo Parece tão grande
A altura? Nada reduz...
Vai-se c'oa magia e catapruz
Sou só banco de elefante.

II
O senhor com pin's de todo o lado mas que dali não sai.
Tinha pins o senhor
De quase todos os lados.
Polia-os com primor
Todos os dias para por
Qualquer um impressionado.
Só com carinho polia
Bandeiras, heróis e nadas
Símbolos de amor política
Até o que chama a polícia
Com a sua mão cansada.
Oh! Deus do pequeno mundo
Canto a canto só estimado
Porque não cresces e o fundo
Já há muito dado único
Por teus dedos é levado?