I
Foram-me buscar numa carrinha diferente.
A carinha do outro pires estava mudada.
Parecia a de antes mas inchada
Estava por motivos de saúde.
O chefe sentava.se no lugar
deixado pelo o outro chefe.
O que chegou sentava-se
no antigo local do novo.
é como um jogo de xadrez,
o baile de cadeiras executivas
Há quem queira ter uma vista de controle
Há quem queira ter as costas protegidas
Não querem partilhar o que veêm os bandidos
Bandidagens podem e devem ser mal recebidas
As meninas funestas portam-se bem
Se a sua mãe for muito pior.
Tudo é relativo há quem diga nesta e noutras terras.
embora aqui o karaoke seja tocado ao vivo
(limitado está claro na escolha musical)
mas tudo o que se toca tem essência
essência essa que quem toca perfaz.
É tão mais bonito e assinha que se faz sincero.
I
Confronta-se o ser pequeno
De novo com tanto verde.
Vem o sol mais e mais cedo
Escapa a noite e os dedos
Fixam-se à terra que sente.
Crescem asas diferente
fica o corpo já sem peso
passeando por entre a gente.
Tanta é a dor nada sente
Dilui no que vê o medo.
As Camisas, fatos fraques
e a Moral ética e ordem
Para ocidente fogem!
Vai-se toda a humanidade
Olhando para um homem.
II
2ª redondilha que, como o crédito, poderia estar muito mal parada
Estava num canto parado
Um ideal de revolta
Mal estava é um facto
Sinto quando por ele passo
Que lhe faz falta a escola.
Mudou tanto e o louvor
No canto de alguém se guarda
Perde-se c'o pão a dor
Esquece-se já sem rancor
e é so o tempo que passa.
Crédito há mas p'lo que houve
E p'lo que houve são nomeados
A despedida só trouxe
Alguém mais p'ra que se louve
Um mais forte entre os vigários.